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Iria E B Oliveira

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Plano de Intervenção Pedagógica

 

Data: 25/11/2015

 

Dados de Identificação:

Escola: Instituto Estadual de Educação Oswaldo Aranha

Professor (a): Marcia Corriço

Pibidiano (a) (as/os):  Iria Elizete Oliveira e Klébio Mendonça

Ano: 2015/2

Turma:  53

Período: Tarde (13h45min às 15 h e 30 min)

 

Observação:

 

Tema: Trabalhando com valores

 

Objetivos:

 

Objetivo geral:

Expressar-se e comunicar-se em artes mantendo uma atividade de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a reflexão e sensibilidade de realizar produções artísticas. 

 

Objetivos específicos:

Trabalhar o processo de leitura e escrita do grupo

Reflexão sobre a fábula e o texto para observar e discutir as relações de valores citadas e outras que surgirem

Reafirmar a importância dos bons sentimentos

Observar a importância dos valores   que estamos construindo

Conteúdo:

Língua Portuguesa, Educação Artística, Ciências Naturais, Geografia

 

Desenvolvimento do tema:

1º Momento:

Apresentação em slides da Fábula da Convivência e discussão relacionando com a nossa vida

 

 

2º Momento:

Leitura do texto xerocado¨ A difícil arte de conviver ¨ e discussão oral entre o grupo das relações entre os dois textos

 

 

A Difícil Arte de Conviver

 

A palavra conviver originou-se do Latim conviver e v. int., ter convivência, convívio, relações (íntimas ou sociais), familiaridade com; viver em comum.

 “Ninguém sabe tudo nos aprendemos uns com os outros ” Paulo Freire

O ser humano só sobrevive, existe ou subsiste em função da inter-relação com o outro. A própria criação humana depende da inter-relação de outros dois seres humanos.

 Desde o nascimento o homem participa de diferentes grupos. O primeiro grupo em que o homem participa é a família. A família é um grupo natural, existe em todas as culturas, convivendo no grupo familiar, o homem, ainda bebê, interage com os pais, avós, tios e constrói sua identidade individual.

Ao passo que vai crescendo vai para creches, escolas, vai participando de outros tipos de grupos, formando a identidade social. Quando adulto, o homem forma novos grupos sociais, no trabalho, em associações e constitui uma nova família. Enfim as pessoas estão sempre vivendo em grupos.

Existem vários tipos de grupos. Podem ser chamados de grupos a união de pessoas diferentes em busca de um mesmo objetivo. Na escola, somos um grupo, pois somos pessoas que embora diferentes, temos um mesmo objetivo, que é o de aprender.

Como somos diferentes, temos costumes, hábitos, culturas diferentes. Às vezes é preciso estabelecer regras para que todos possamos viver bem.

Regra é um conjunto de coordenadas de funcionamento de um determinado sistema para fins de organização, para manter a ordem do mesmo.

Vantagens do trabalho em grupo.

  Obtém melhores resultados do que se os membros do grupo atuassem individualmente. Os membros do grupo identificam com facilidade falhas no raciocínio.  Juntos, podem buscar ideias, informações e referências para auxiliar na resolução dos problemas.

Durante o trabalho em grupo as pessoas constroem um entendimento comum e compartilham ideias, discutem, negociam e tomam decisões. Essa interação auxilia no desenvolvimento integral do ser humano (pessoal, social e profissional).

 Uma crescente parte do trabalho das empresas e instituições não é mais realizada individualmente, com uma pessoa trabalhando sozinha até completar as tarefas. O trabalho é cada vez mais realizado colaborativamente.

Dillenbourg, 1999: “Aprendizado colaborativo é uma situação em que duas ou mais pessoas aprendem ou tentam aprender algo juntas”.

 Fatores que atrapalham a convivência em grupo Discriminação: É crime o ato discriminatório, segundo as Leis nºs 7.853/89 (pessoa portadora de deficiência), 9.029/95 (origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, idade e sexo) e 7.716/89 (raça ou cor).

Discriminar significa fazer uma distinção. Todos somos iguais, seres humanos. E, por isso, temos direitos iguais na sociedade. A discriminação pode se dar por sexo, idade, cor, estado civil, ou por ser a pessoa, portadora de algum tipo de deficiência, por doença, orientação sexual, aparência, e por uma série de outros motivos.

Aparência não é tudo em uma pessoa. E, antes de qualquer julgamento pessoal devemos conhecer o que a pessoa tem de melhor. Todos nós temos defeitos e qualidades. Em grupo dividimos funções na qual um supera o defeito do outro e qualifica o trabalho geral, cooperando mutuamente.

Por que existe a discriminação? Modelos de beleza Valorização material Desvalorização dos sentimentos Desumanização Falta de solidariedade (colocar-se no lugar do outro)

Egoísmo é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos, necessidades em primeiro lugar ignorando o ambiente e as demais pessoas com que se relaciona. Prepotência, a falta de humildade e a crença de que somos superiores, nos impedem de dar valor ao que os outros tem a nos comunicar.

A Paz é uma cultura baseada na tolerância e no respeito aos demais. Discriminar é negar uma sociedade justa, onde todos temos direitos e deveres! Devemos olhar para o nosso próximo com um novo olhar, sem condenação, compreendendo e respeitando as diferenças. O mundo seria melhor se todos convivessem   em um grande grupo de mútua cooperação!

3º Momento:

      Confecção de um barquinho com papel dobradura com a inscrição de uma palavra que contenha um significado importante para cada um e que possua um significado bom. 

 

4º Momento:

      Confecção de um painel com o título “Devemos olhar para o nosso próximo com um novo olhar, sem condenação, compreendendo e respeitando as diferenças. Somente assim o mundo seria melhor se todos convivessem   em um grande grupo de mútua cooperação” e após para finalizar o trabalho, a colagem dos barquinhos confeccionados

 

Avaliação:

A avaliação será feita durante as atividades através do estímulo, da orientação e o próprio desafio imposto ao grupo.

Reflexão:

Bibliografia:

http://pt.slideshare.net/1950/fabula-da-convivencia

http://pt.slideshare.net/lucianaraspa/a-difcil-arte-de-conviver?next_slideshow=1

http://pt.slideshare.net/gleidebaceti/exemplos-de-plano-de-aula

 

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Dados de Identificação:

Data: 20/11/2015

Escola: Oswaldo Aranha - IEOA

Professor (a): Marcia Carriço

Pibidiano (a) (as/os): Iria Elizete Oliveira e Klébio

Ano: 2015/2

Turma: 53

Período: Tarde (13h45min às 15 h e 30 min)

 

Observação:

 

Tema:  DIVERSIDADE

 

Objetivos:

 

Objetivo geral:

Incentivar o respeito pela diversidade; 

 

Objetivos específicos:

Compreender porque somos diferentes;

Estimular a alta estima de aceitar-  se como é;

Proporcionar a expressão artística;

Conteúdo:

Língua Portuguesa, Arte e Ciências Naturais

 

Desenvolvimento do tema:

1º Momento:

Será colocada a música: Deus fez você assim, para os alunos ouvirem. 

 

2º Momento:

Após ouvirem a música, os alunos serão questionados sobre qual assunto trata música;

 

3º Momento:

Será entregue duas folhas impressas para os alunos observarem a figura e responderem os  questionamentos  propostos  na  atividade.

OBSERVE OS ALUNOS DA PROFESSORA MÁRCIA:

 

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2.  AGORA, PENSE JUNTO COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR:

A) PODEMOS DIZER QUE SOMOS IGUAIS?  PORQUÊ?

 

B) QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS QUE VOCÊ OBSERVA NESTA TURMA?

 

C) NORMALMENTE HERDAMOS ALGUMAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE NOSSOS PARENTES.  ALGUNS SE PARECEM COM O PAI, OUTROS COM A  MÃE  OU  COM  A VÓ,   VÔ,  OUTROS  COM  ALGUM  TIO,  ETC  E  VOCÊ  COM  QUEM  SE  PARECE?

 

3. COMO  É  O  SEU  COMPORTAMENTO?  DE  QUEM  VOCÊ  ACHA  QUE  HERDOU  ESSE  COMPORTAMENTO?

 

4.ESCOLHA  UM  COLEGA  E   IMAGINE  QUAIS  AS  CARACTERÍSTICAS  FÍSICAS  QUE  DEVEM   TER  OS  PARENTES  DELE? 

FAÇA  UM  DESENHO,  NO  CADERNO,  COMO  SERÁ  O  PAI  E  A  MÃE  DESSE  COLEGA.

 

4º Momento:

 Ilustração  sobre  a família  do  colega;

NOME  DO  COLEGA: 

PENSO QUE A MÃE E O PAI DO MEU COLEGA É ASSIM

Bibliografia:

 

http://sugestaodeatividades.blogspot.com.br/2012/04/diversidade.html

 

 

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Plano de Intervenção Pedagógica 

 

Data: 07/10/ 2015 

 

Dados de Identificação:

Escola: IEEOA

Professor (a): Márcia Carriço de Vargas

Pibidiano (a) (as/os): Iria Elizete Oliveira e Klébio

Ano: 2015/2

Turma: 5º ano - 53

Período: tarde 13h45min às 15h15min

 

Observação:

 

 

Tema: Animais

 

 

Objetivos:

 

Objetivo geral: conhecer diversas espécies de animais, não somente o da história, mas também outros selvagens e os domésticos e nomear suas principais características

Objetivos específicos:

 

1.    Definir as principais características dos animais, comparando diferenças e semelhanças, através da observação.

2.  Distinguir animais selvagens de domésticos.

3. Diferenciar animais vertebrados de invertebrados.

4. Identificar animais úteis e nocivos.

5. Distinguir diferentes formas e tamanhos de animais, lembrando seus nomes e sons emitidos pelos animais

6. Conhecer as diversidades existentes entre os animais como: locais onde vivem habitat, alimentação, hábitos e outras peculiaridades relativas a cada espécie.

 Conteúdos: português, ciências, recreação

Desenvolvimento do tema:

 

1º Momento: Contação de História

A Galinha que criava um ratinho (Ana Maria Machado)

 Lá em cima do morro tem uma casinha branca tão pequenina que não dá para ver daqui. Nessa tal casa, há muito tempo, morava um galo e uma galinha. Eles não tinham pintinhos e, como queriam ter filhos, adotaram um ratinho. Cuidavam dele com todo carinho e dengo: davam comida, beijo de bico e abraço de asa. Um dia, depois do almoço, a galinha foi lavar louça no rio. Antes de sair recomendou: — Não abram a porta sem saber quem é. A raposa anda pelas redondezas... Daí a pouco bateram na porta: PAM! PAM! PAM! O galo tinha comido muito no almoço: caldo de canjica, bife de minhoca e bolo de milho. Depois, sentou na cadeira de balanço, pôs os óculos e ficou lendo jornal. Foi ficando com tanta moleza, que quando ouviu as batidas nem lembrou do que a galinha tinha dito e mandou: — Abre ali, meu filho. O ratinho que era muito rápido, num instante abriu. E a raposa — porque era ela, como você já adivinhou — ainda mais rápida, num instantinho menor ainda, viu que aquele ratinho não interessava, que ela só gostava de comer bicho de pena. Mas num instantinho, deu um pulo e comeu o galo inteirinho, de uma bocada só. E foi embora. O ratinho saiu correndo, entrou por um atalho e logo encontrou a galinha que já vinha voltando. — Mãe, você, que dá jeito em tudo, vai ter que dar jeito numa coisa terrível... Contou logo o que tinha acontecido. Pode ser que, se pudesse, a galinha tivesse chorado e arrancado as penas. Mas não dava tempo para fricote. Por isso ela falou: — Vá em casa correndo, pegue a minha cestinha de costura. Depressa! O ratinho foi. Aí, a galinha escondeu atrás de uma árvore, com o filho. Esperou a raposa. A raposa chegou se recostou na árvore e foi tirar uma soneca. Num minuto estava roncando. A galinha aproveitou, abriu a cesta de costura, tirou a tesoura, cortou a barriga da raposa e tirou o galo lá de dentro. E o galo ficou resmungando: — Quem foi que apagou a luz de repente? Nem deu tempo de explicar que ninguém tinha apagado luz nenhuma, era só escuridão de dentro da barriga da raposa. Agora todos tinham que ajudar. A galinha dava as ordens: — Ponham aquela pedra na barriga dela! Eles puseram. A galinha foi costurando. Bem a tempo, porque a raposa já estava espreguiçando, com jeito de acordar. Os três correram e se esconderam. — Que sede! — reclamou a raposa. — Acho que aquele galo estava muito velho, está pesando muito meu estômago... Vou beber água. Foi até o rio. A pedra pesava muito, foi afundando, e a correnteza foi levando a raposa, levando, levando... até chegar no mar. A galinha, o galo e o ratinho voltaram para casa e viveram felizes para sempre. Texto adaptado.

2º Momento: Confecção de cartaz

 Atividade de pesquisa com revistas para serem recortadas e coladas figuras de animais domésticos e selvagens sendo escrito abaixo de cada figura suas principais características, em duas folhas distintas.

3º Momento: recreação

 A pibidiana arruma a turma em círculo e combina com os alunos que irá passar uma bola, ao som de uma música. Quando tirar o som da música, o aluno que estiver com a bola, não pode passá-la adiante. A pibidiana mostrará a figura de um animal e esse aluno deverá dizer tudo que sabe sobre ele.

Avaliação: Será um processo contínuo à realidade cotidiana da sala de aula. Portanto, durante todo o período os alunos serão avaliados mediante a observação constante do professor.

Reflexão:

 

Apesar do tempo chuvoso com somente dois alunos em sala de aula o trabalho se desenvolveu em um altíssimo nível  de aprendizado pois a medida que íamos recortando as figuras para a confecção dos painéis com um fundo musical tranquilo; íamos adquirindo novos conhecimentos sobre os animais que não estavam previstos no plano de aula, já que os livros que utilizamos para o recorte das gravuras eram de ciências, com isso adquirimos um aprendizado maior do que o previsto e esse aprendizado foi utilizado também em nosso trabalho de recreação que veio após ao de  colagem dos painéis( características dos animais).

 

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Data: 30/09/2015

Dados de Identificação:

Escola: Oswaldo Aranha - IEOA

Professor (a): Marcia Carriço

Pibidiano (a) (as/os): Iria Elizete Oliveira e Klébio

Ano: 2015/2

Turma: 53

Período: Tarde

Observação:

Tema:  Natureza

Objetivos:

Objetivo geral:

 

     Observar e vivenciar ao vivo as experiências com relação aos produtos comercializados em supermercados que contribuem para a conservação da natureza circulando pelo mercado e anotando tudo o que é percebido e que se refere ao tema.

 

Objetivos específicos:

Incentivar a busca de metodologias para incentivar a cultura de flores e arvores

Organizar atividades que ativem a curiosidade e o interesse das crianças

Oferecer momentos de socialização para que todas as crianças se integrem no tema abordado

Fazer a relação entre as crianças e a natureza

Pesquisar sobre cada item observado com anotações no caderno de forma interdisciplinar

Conteúdo:

Português - Ciências e matemática

Desenvolvimento do tema:

Passeio ao Supermercado WALMARTE, conhecido como Supermercado NACIONAL

O 5º ano da escola Oswaldo aranha, turno tarde visitará o supermercado Nacional em Alegrete. Os alunos irão observar identificar e cadastrar no caderno todos os produtos comercializados que possuem relação com a natureza, principalmente da estação da primavera tais como, flores ornamentais naturais, bulbos, terra, com relação ao nome, espécie, preço, validade (se for o caso) etc.

A partir desta proposta, na volta do passeio se desenvolverá na disciplina de matemática um trabalho sobre gráficos envolvendo um dos itens pesquisados (orquídeas), destacando seu nome e a relação ao seu preço, com a participação de todos os alunos em atividades práticas no caderno.

Avaliação:

A avaliação terá êxito se houver o envolvimento de todo o grupo no desenrolar do trabalho proposto tanto na oralidade como no trabalho prático.

Reflexão:

 

 

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Data: 03/09/2015

Pibidianas- Iria Oliveira e Tânia Abreu

Reunião pedagógica

 

Cine debate: ¨Crianças  Invisíveis¨

Data: 03/09/2015

Pibidianas- Iria Oliveira e Tânia Abreu

Reunião pedagógica

 

Cine debate:  “Crianças  invisíveis”

Assistimos a dois documentários problematizando as noções de infância e juventude e pudemos analisar que a infância e juventude são vivenciadas pelo meio em que vivem; demonstrando concretamente que seus desenvolvimentos são relacionados com o meio social e econômico de cada lugar.

Atualmente o mundo tem seu olhar direcionado para a infância através das Nações Unidas (ONU), no Brasil ainda destacamos através da nossa própria constituição e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que regulamentam normas e diretrizes assegurando uma infância digna á todas as crianças e adolescentes.

A infância não é invisível, os adultos é que procuram não perceber os problemas, para não se incomodarem com os problemas do outro.

Muitas vezes não é o que se percebe na realidade escolar, lugar onde se repercute os resultados deste cenário; onde a origem destes problemas geralmente é no âmbito familiar, local de convivência desta criança ou adolescente convive.

Os movimentos que se voltam para a infância devem promover ações em rede, procurando conhecer a realidade do aluno, fazendo visitas às famílias.

Todas as ações devem ser em conjunto com todas as entidades, tanto publicas como particulares e procurar o apoio de todos através da conscientização de que o problema existe e que não podemos fechar os olhos, mas sim procurar soluções para cada caso.

 

 

Escola: Oswaldo Aranha – IEOA

Professor (a): Márcia Carriço

Pibidiano (a) (as/os): Iria Elizete Oliveira

Ano: 2015/2

Turma: 53

Período:Tarde

 

Observação:

Eu, Iria Elizete Botelho Oliveira, bolsista do 8º semestre do curso de Pedagogia da UERGS, unidade do município de Alegrete estou desenvolvendo minhas atividades de iniciação à docência do Pibid no Instituto de Educação Oswaldo Aranha. Iniciei primeiramente observando a Escola tanto interna como externamente e sendo apresentada para todos os professores, funcionários e equipe diretiva da Ensino Fundamental, turno da tarde.

No dia 27 de agosto iniciei minhas observações no 5º ano, turma 53 da professora Marcia Carriço de Vargas onde farei minhas intervenções pedagógicas neste semestre.

A sala de aula da turma 53 é ampla com uma luminosidade solar irradiante e por este motivo todas as janelas possuem cortinas. As luminárias são grandes, o mobiliário é excelente possuindo armários com chave para guardar os materiais, quadro branco, rádio com CD, ventiladores e diversos painéis.

O refeitório onde recebem a merenda oferecida pela Escola e fazem o lanche de casa é muito amplo com várias mesas que acomodam aproximadamente seis alunos de cada lado. Observei que a merenda é ofertada em um buffet e ao lado dispostas em bandejas são ofertadas frutas para que os alunos se sirvam à vontade.

O dinheiro para a aquisição da merenda é verba federal repassada a escola, que faz as compras através daagricultura familiar, orientada pela EMATER, e com licitação nos mercados da cidade, tudo conforme as necessidades nutricionais orientanda por uma nutricionista da SEDUC. A cozinha da escola conta com três merendeiras por turno, que trabalham na cozinha, um espaço separado do refeitório.

As crianças têm como área de lazer, um extenso espaço onde existe pracinha utilizada pela Educação Infantil até o 2º ano, um ginásio de esportes coberto ofertado a todos os alunos com prévio agendamento por parte dos professores e direção.

A turma 53 tem 15 alunos com idade entre 11 a 13 anos, onde 08são meninos e 07 são meninas. Pode-se dizer que o relacionamento entre eles é muito bom. Os combinados da turma foram construídos através de acordos baseados no diálogo que são observados e respeitados por todos e relembrados pela professora diariamente quando alguém esquece e as decisões sãotomadas pela turma.

     O relacionamento dos alunos com a professora é excelente, pois ela é muito calma e tranqüila transmitindoessa harmonia a toda a turma.

 Durante a tarde a professora organiza as atividades de acordo com a agenda semanal que são horários estipulados desde o inicio do ano letivo de acordo com o projeto desenvolvido pela escola e também visando contemplar as necessidades e curiosidades dos alunos sempre procurando desenvolver com seus alunos um aprendizado que seja satisfatório através de dinâmicas em grupos, ludicidade, etc.

Eles vão à Biblioteca semanalmente e fazem retiradas de livros que são utilizados para posterior contação das histórias em sala de aula. Este processo de retirada de livros se dá através do preenchimento da ficha de leitura do mesmo com o objetivo que no final do ano seja elaborado um livro com todas essas leituras.

A professora planeja seu trabalho conforme as necessidades da turma,através de subprojetos dentro do projeto da escola, fazendo  diariamente seus  planos de aula,  procurando organizar as diversas áreas de conhecimento  de forma interdisciplinar.

A professora fez o curso Normal e no ensino superior, graduação em Pedagogia. Ainda fez uma pós em Proeja FIC, também fez especialização em  Políticas Públicas em Educação.

Participa de reuniões pedagógicas, de planejamento e de estudos quinzenalmente.

Organiza suas atividades juntamente com seus colegas nas reuniões pedagógicas e também elabora seu material individualmente diariamente utilizando – se de temas necessários para complementar o aprendizado da turma ou para reforço de algum conteúdo que não foi bem assimilado por alguns dos alunos.  Acha que a participação da família é importantíssima dentro da escola, pois fortalece o vinculo professor-aluno e isso se constitui um instrumento importantíssimo para o educando na sua formação, pois transmite segurança. Mas as famílias só vêm nos encontros convocados pela escola de uma forma tímida, mas nunca deixam de comparecer. Se houver algum problema elas dão todo o aval para que a direção e professores tomem as medidas cabíveis a cada caso.

Neste período de observação pude perceber que a professora é uma pessoa muito tranquila e essa característica faz parte de sua personalidade. Os alunos também são tranqüilos, com exceções de momentos da euforia pedagógica das oficinas lúdicas, que foram verificadasem vários momentos da observação e também pela exposição das mesmas no fundo da sala de aula, que contribui para fortalecer a veracidade do trabalho, que se constitui em uma constante e não porque estávamos lá observando.

    Também foi demonstrado através das atitudes da professora e dos alunos que a turma possui um alto índice de autonomia. Os grupos de trabalho são formados pelos próprios alunos e todos os combinados que estão expostos em um painel na parede da sala de aula são obedecidos à risca e se algum acontecimento ocorrer fora do combinado, todos param e procuram meditar nos combinados para que não volte a ocorrer. Todas as decisões são tomadas pelo grupo e não somente pela professora. Esta experiência contribuiu para uma maior compreensão do que é ser um educador.

 

I. Plano de Aula: 02/07/15

II. Dados de Identificação:

Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha

Professor (a): Elisangela

Supervisora do Pibid: Graciela Ramos

Pibidiana (a): Vanilda dos Santos e Iria Elizete

Ano: 2015

Turma: 3º Ano

Período: 14horas as 15horas 30min

 

III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias

 

Tema: Cultivando a cultura das festas juninas através da dança.

 

IV. Objetivos:

Objetivo geral:

Resgatar canções populares em que todos possam os alunos/as participam com entusiasmo e respeito.

Objetivos específicos:

Valorizar nossas tradições

Envolver a turma na dança da quadrilha

 

V. Conteúdo:

Linguagem oral e escrita e noções geográficas.

 

VI. Desenvolvimento do tema:

1º Momento: Dialogo sobre a importância de continuar com nossas tradições, pois outros estados do Brasil tem suas tradições também e que muitas pessoas viajam para prestigiar estas tradições das festas....

2 º Momento:  Cantar músicas que eles conhecem sobre São João e interpretar o que a música nos passa. Saber da turma se eles conhecem as danças de São João...

Lembrar que para se realizar uma dança bonita e divertida necessita da união e respeito entre todos os participantes....

3º Momento:

Dança. A turma se organizará em duplas...

Início com a dança em quadrilha remix ( Teo Jordão)...

https://www.youtube.com/watch?v=BFfYcf-Q_O4

Música e vídeo com Os Pequerruchos - Ai, bota aqui o seu pezinho.

4º Momento Ensaio para a quadrinha da festa que será realizada sábado na escola com a participação das Pibidianas/os da UERGS.

Passar no quadro a letra da música escolhida pelos alunos onde a turma terá que destacar palavras e das quais explicarão o significado.

 

VII. Recursos didáticos: Quadro de giz, giz, caneta, lápis , borracha, caderno e dicionário se necessário.

 

VIII. Avaliação:

A avaliação será realizada, através de um pequeno seminário sobre o que aprenderam nas atividades propostas e também serão avaliados através das observações das Pibidianas no interesse e integração de cada educando.

 

Reflexão:

 

 

 

I. Plano de Aula: 25/06/15
II. Dados de Identificação:
Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha
Professor (a): Elisangela
Supervisora do Pibid: Graciela Ramos
Pibidiana (a): Vanilda dos Santos e Iria Elizete
Ano: 2015
Turma: 3º Ano
Período: 14horas as 15horas 30min
III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias

Tema: ‘’DESVENDENDO A HISTÓRIA DAS FESTAS JUNINAS NO RIO GRANDE DO SUL’’.
IV. Objetivos:
Objetivo geral:
Resgatar canções e histórias populares, propiciando o gosto pela Festa Junina.
Objetivos específicos:
Interpretar a história e a música
Confeccionar o balão interpretando a música
Identificar no mapa, nosso Estado
V. Conteúdo:
Linguagem oral e escrita, gramática , noções geográficas no Mapa.
VI. Desenvolvimento do tema:
1º Momento: Dialogo sobre o tema mais falado no mês de Junho. O que comemoramos neste mês?
2 º Momento:  Contar uma breve história sobre o que é Festa junina o que podemos e o que não devemos fazer exemplo balões...
Mostrar no Mapa  nosso Estado RS e comentar que cada Estado a festa Junina é comemorada de um jeito com alimentos diferenciados.
3º Momento: Música O BALÃO VAI SUBINDO.

O balão vai subindo

Vem caindo a garoa
O céu é tão lindo
E a noite é tão boa!
São João! São João!
Acende a fogueira
No meu coração...
Os alunos copiarão a letra da música e após todos cantarão.
4 º Momento:  Comentar sobre o que a letra da música está nos passando.?
5 º Momento: Confecção do balão com dobradura de folha colorida e decorada com pedaços de EVA.
VII. Recursos didáticos: Quadro de giz, giz, folha A4 colorida, caneta, lápis , borracha, caderno, EVA e cola branca
VIII. Avaliação:
A avaliação será realizada, através de um pequeno seminário sobre o que aprenderam nas atividades propostas e também serão avaliados através das observações das Pibidianas no interesse e integração de cada educando.

Reflexão:

 

 

 

I. Plano de Aula: 18/06/15 *****
II. Dados de Identificação:
Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha
Professor (a): Elisangela
Supervisora do Pibid: Graciela Ramos
Pibidiana (a): Vanilda dos Santos e Iria Elizete
Ano: 2015
Turma: 3º Ano
Período: 14horas as 15horas 30min
III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias.

Tema: ‘’PESQUISANDO E DESCOBRINDO CÓDIGOS’’.
IV. Objetivos:
Objetivo geral:
Proporcionar as crianças o gosto pela pesquisa, bem como a escrita de histórias sobre o assunto pesquisado.
Objetivos específicos:
Reconhecer os animais vertebrados e invertebrados
 Desenvolver raciocínio e atenção através de diagramas e códigos.
V. Conteúdo:
Linguagem oral e escrita, raciocínio lógico e tipos de espécies.
VI. Desenvolvimento do tema:
1º Momento: Pesquisa em dicionários: O que é animais vertebrados e invertebrados.
2 º Momento: A turma receberá uma folha com diagrama e códigos do qual irão descobrir quais animais são vertebrados e invertebrados. A turma terá 10 minutos para decifrar o diagrama. A folha com o diagrama a turma fixará no caderno e uma folha extra será fixada no cartaz junto com as figuras dos animais classificados.
A turma será dividida em duplas, as quais receberão jornais e revistas para a pesquisa dos animais vertebrados e invertebrados.  
3º Momento: Recortarão figuras de animais. Logo farão a classificação: Animais Vertebrados e Invertebrados
4 º Momento: Construirão um cartaz com colagens de figuras pesquisadas.
O cartaz será decorado com a técnica do giz colorido molhado.
VII. Recursos didáticos: Quadro de giz, giz colorido, folha A4 colorida, caneta, lápis , borracha, jornais, revistas, dicionários, cola e caderno.
VIII. Avaliação:
A avaliação será realizada a partir das observações das Pibidianas em cada aluno pelo interesse, participação na dupla e na confecção do cartaz, na realização individual da pesquisa, descoberta das palavras e frases pela decifração do diagrama.
Reflexão:

 

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I. Plano de Aula: 11/06/15
II. Dados de Identificação:
Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha
Professor (a): Elisangela
Supervisora do Pibid: Graciela Ramos
Pibidiana (a): Vanilda dos Santos e Iria Elizete
Ano: 2015
Turma: 3º Ano
Período: 14horas as 15horas 30min
III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias

Tema: ‘’Explorando e aprendendo com a história ‘’Que Alto Que Baixo’’
IV. Objetivos:
Objetivo geral:
Proporcionar as crianças o gosto por histórias interpreta-as de diversas maneiras.
Objetivos específicos:
Interpretar a história, estabelecendo relações entre os conceitos: todo, parte, igual, diferente, grande, pequeno, tamanho, cor e forma enfim as diferenças.
V. Conteúdo:
Linguagem oral e escrita, gramática e raciocínio lógico e tipos de espécies.
VI. Desenvolvimento do tema:
1º Momento: Dinâmica altura dos alunos. Medir a altura do alunos/as em duplas de maneira simples. Após medir os altos e baixos com baixos para assim ainda ver as diferenças de alturas. Explorar as diferenças entre os alunos características. Salientando que cada ser humano é diferente e pode pensar também de forma diferentes para tantos devemos respeita – los/as.
2 º Momento: Reconhecimento da história a ser contada. O título será escrito no quadro. Quintal dos Pingos ‘’Que Alto Que Baixo’’. Autores: Mary França e Elliardo França. Editora Tribos.
3º Momento: Explorar o título com a turma. O que me diz este título? Quantos personagens da mesma espécie existem  na história, tipo de espécie? As diferenças e mesmo assim são amigos.
 4 º Momento: Os alunos interpretarão a história desenhando e mudando o título da mesma.
VII. Recursos didáticos: Quadro de giz, giz, folha A4 colorida, caneta, lápis , borracha, caderno e livro colorido com imagens grandes da história. Quintal dos Pingos ‘’Que Alto Que Baixo’’. Autores: Mary França e Elliardo França. Editora tribos
VIII. Avaliação:
A avaliação será realizada, através de um pequeno seminário sobre o que aprenderam nas atividades propostas e também serão avaliados através das observações das Pibidianas no interesse e integração de cada educando.

Reflexão:

 

 

I. Plano de Aula: 03/06/15
II. Dados de Identificação:
Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha
Professor (a): Neiva
Supervisora do Pibid: Graciela Ramos
Pibidiana (a): Vanilda dos Santos e Iria Elizete
Ano: 2015
Turma: 5º Ano
Período: 14horas as 15horas 30min
III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias

Tema: ‘’ Construindo uma história usando palavras no substantivo e adjetivos’’.
IV. Objetivos:
Objetivo geral:
Mostrar ao aluno os significados, as formas e classificação das classes gramaticais nos variados portadores de texto.
Objetivos específicos:
Diferenciar substantivos e adjetivos
Classificar e exercitar produzindo uma história
V. Conteúdo:
Linguagem oral e escrita, gramática, uso dos substantivos e adjetivos
VI. Desenvolvimento do tema:
1º Momento: Pesquisar sobre substantivos e adjetivos numa dinâmica de dupla. Onde os alunos dirão as características da roupa, altura, profissão pretendida, nome da criança, idade...
A partir desta atividade, será explorado o substantivo e adjetivo partindo da ideia dos alunos. Classificação a partir das características dos aluno/as.
2º Momento:
Lanche
3º Momento: Música: Os Alto-Falantes de Adriana Calcanhotto
A turma terá que cantar a música se souberem. Após copiarão o trecho em uma folha colorida. Esta música mostra o plural de palavras compostas
Usaremos o computador para mostrar toda a música em vídeo.
"Avião sem asa. Fogueira sem brasa. Sou eu, assim, sem você. Futebol sem bola. Piu-piu sem Frajola. Sou eu, assim, sem você... Por que é que tem que ser assim? Se o meu desejo não tem fim. Eu te quero a todo instante. Nem mil alto-falantes vão poder falar por mim..." (Fico Assim Sem Você - Adriana Calcanhotto /Composição: Abdullah / Cacá Moraes).
Explorar o objetivo da música: O que a letra da música nos mostra?
4º Momento: Pensando e escrevendo. Listar palavras dos substantivos simples, comuns, próprios, concretos, compostos, coletivos ou derivados. Os Adjetivos indicando as qualidades ou características que viram no vídeo da música da Adriana Calcanhotto. (O vídeo mostram bonecos, animais, meios de transportes, lua, estrelas...) disponível  https://www.youtube.com/watch?v=iojYDSjKK00
5º Momento: Construção de uma história ou uma nova música com no minímo15 linhas incluindo palavras no substantivo e adjetivos a partir da imagem da música.
6º Momento: Leitura da história
VII. Recursos didáticos: Quadro de giz, giz, folha A4 colorida, caneta, lápis e borracha e computador .
VIII. Avaliação:
A avaliação será realizada, através de um pequeno seminário sobre o que aprenderam nas atividades propostas e também serão avaliados através das observações das Pibidianas no interesse e integração de cada educando.

Reflexão:
A turma participou intensivamente das atividades, adoraram a música, todos assistiram o vídeo e cantaram juntos, pediram para deixar ligado ao longo da produção dos trabalhos em aula. Quanto a classificação e identificação de palavras no substantivo e adjetivo a maioria da turma apresentou dificuldades, mesmo sabido  que a professora havia trabalhado o conteúdo com a turma. Observei que a turma necessita pesquisar sobre o tema procurar saber o que é substantivos, adjetivos....É uma turma maravilhosa, porém necessita da pesquisa para alcançar os objetivos propostos é uma maneira que a turma pode aprender pesquisando em grupo....

 

 

I. Plano de Aula: 21/05/15
II. Dados de Identificação:
Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha
Professor (a): Rosimery
Supervisora do Pibid: Graciela Ramos
Pibidiana (a): Vanilda dos Santos, Iria Oliveira
Ano: 2015
Turma: 4º Ano
Período: Tarde
III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias
 
Tema: PESOS E VOLUMES


 IV. Objetivos:
Objetivo geral:
     Conhecer instrumentos de medição e unidades de medida e as diversas relações entre elas.
 
Objetivos específicos:
     Identificar a unidade fundamental das medidas de comprimento, massa e capacidade e utilizá-las juntamente com outras unidades de maior uso social;
 
 V. Conteúdo:
Linguagem verbal e escrita, desenvolvimento da percepção
          VI. Desenvolvimento do tema:
1ª etapa
A intenção é fazer com que as crianças percebam que medir é eleger uma unidade e determinar quantas vezes ela está presente no objeto a ser mensurado. É possível usar diversos instrumentos. O resultado final sempre dependerá da unidade e da ferramenta utilizadas. Apresente à turma a fita métrica para que a numeração seja observada em detalhes. Chame atenção para o fato de a medida ser expressa de várias formas (metro, centímetros e milímetros). Os alunos podem escolher também alguns colegas e objetos para ter a altura aferida. Enquanto eles trabalham, anote os dados obtidos no quadro. Vai surgir a necessidade de dividir a unidade ( Pedro mede 1 metro e 50 centímetros. A mesa, menos de 1 metro. E o armário tem mais do que isso ). Uma discussão sobre as diferenças encontradas quando se muda a unidade será enriquecedora.
 
2ª etapa
Em seguida, proponha o trabalho com jarras medidoras de líquido. Destaque que 1000 mililitros equivalem a 1 litro. Demonstre quanto cabe em uma delas e desafie os estudantes a estimar a quantidade de água que cabe num copo, numa jarra e numa garrafa de refrigerante. Anote os dados no quadro e oriente os alunos a refletir sobre os diferentes resultados quando se usa litro ou mililitro.
3ª etapa
Antes de usar a balança eletronica, faça a garotada explorar o marcador das gramas, observando a equivalência entre 1000 gramas e 1 quilo. Sugira a pesagem dos itens que serão utilizados para conferir o litro, registrando os resultados no quadro e promovendo uma discussão sobre as diferenças encontradas.
 
Atividades
Medindo comprimento
 
1-Apresentação do problema
O professor pedirá aos alunos que observem tudo ao seu redor e pergunta:
tudo é do mesmo tamanho?
Objetivo:
Propor medições de cada aluno através da fita métrica na parede da sala de aula através da ajuda dos demais colegas, medir com polegadas os utensílios existentes na sala de aula, medir com passos o comprimento e largura da sala, etc.
 Material:
 Usar as mãos; Usar os pés e pernas; Dedo polegar, fita métrica, régua, gis, caderno, caneta, etc.
1-Levantamento de hipóteses
 Os alunos darão opiniões sobre os diversos instrumentos de medidas que eles conhecem
1-Experimentação
O professor pedirá a cada  aluno  que escolha  o que será medido;
Cada um usará a sua criatividade, usando instrumentos improvisados por ele mesmo e fará a sua medida.
1-Discussão Coletiva:
Cada aluno apresentará o que foi medido e o seu resultado. Após a discussão de cada um, todos discutirão sobre as diferentes formas de medidas e farão a comparação entre elas. O professor deverá encaminhar a discussão mostrando e justificando a origem do metro.
1-Registro:
 Construir uma tabela
Alunos          O que foi medido       Qual instrumento usado para medida
  Aluno 1
  Aluno 2
  Aluno 3
 Aluno 4
 Aluno  5
Medindo Massas ou Pesos
 1- Apresentação do problema
 O professor levará para a sala de aula duas caixas de tamanhos iguais, porém uma caixa vazia e a outra contendo areia e perguntará:
 Qual é a mais leve? Qual é a mais pesada?
Após a resposta dos alunos, o professor chamará um aluno para verificar a resposta, mostrando a todos a caixa vazia e a outra com areia.
Objetivos –
 Descobrir a importância de medir a massa ou o ¨peso¨ de um corpo; - identificar o mais pesado e o mais leve.
 
Materiais:
  -2 caixas de tamanhos iguais, uma vazia e a outra com areia, uma garrafa pet cheia, com dois( 2) litros de água, garrafas de água mineral de 250 ml, vários copos plásticos de  250  ml,
 2 - Levantamentos de hipóteses
 
 Discutir com os alunos sobre a importância de medir a massa ou o peso de um objeto.
 O que é medir massa?
 3 – Experimentação
 Todos os alunos vão comparar juntamente com o professor, a massa de vários objetos que se encontram na sala de aula, segurando-os nas mãos;
Coloque-os sobre uma mesa em ordem crescente de massa, isto é, do mais leve para o mais pesado
Conferir se  acertaram a ordem, pesando os objetos na balança;
 Conferir a medida de massa utilizando a balança.
4 - Discussão Coletiva:
O grupo deverá discutir os acertos e os erros da ordem dos objetos;
Conversando sobre a diferença da massa dos objetos escolhidos;
5- Registro
Escreva os nomes dos objetos em ordem crescente de massa, isto é, do mais leve para o mais pesado.
 
Atividade
Medindo volume de líquidos
1.    Apresentação do problema
2.    O professor dispõe-se de uma embalagem grande e transparente com a marca da quantidade de litros e vários copinhos descartáveis  e perguntará: Quantos litros de água cada aluno conseguirá colocar no recipiente?
 
3.     Objetivo:
- Reconhecer o litro como unidade fundamental para medir a quantidade de líquidos;
 - Identificar os vários objetos que servem como medida de líquidos.
 Materiais:
- Um recipiente grande e transparente com marcas de quantidades de litros; - Vários copinhos descartáveis (medida de 250 ml); -.
2- Levantamentos de hipóteses
 Dar oportunidade aos alunos para falarem sobre o conhecimento que eles já adquirem sobre o referente assunto.
 Eles deverão dar opiniões sobre a quantidade de copinhos de que gastarão para colocar a água do recipiente de forma proporcional em todos.
Quantidade de copinhos de água  
Aluno 1
 Aluno 2
Aluno 3
 Aluno 4
Aluno 5
Aluno 6
3 Experimentação
Um aluno colocará a água do recipiente em um copinho descartável de 250 ml, pesando em seguida  e conferindo na balança eletrônica através do peso,
Quantidade de copinhos de água;
Aluno 1...............
Aluno 2...............
Aluno 3................
Aluno 4.................                                                                              
Aluno 5..........
Aluno 6..........
Aluno 7 ........
Aluno 8...........
 4 Discussão Coletiva:
Todos analisarão os resultados obtidos  a partir da prática lúdica, falando das dificuldades encontradas da forma como foi realizada a atividade e das descobertas.
5 Registro:
 Produção e registro dos resultados obtidos com a  experiência em seus diários de matemática..
VII. Recursos didáticos:
       Fita Métrica, jarra de medição e balança eletrônica, caixas iguais, uma vazia e outra com areia, garrafas pet de vários tamanhos, copinhos descartáveis de 250 ml,
  
VIII. Avaliação:
Será realizada através das respostas que as crianças derem a partir do trabalho prático com a fita métrica, balança eletrônica, percebendo a evolução de cada uma ao realizarem as atividades propostas..
 
    IX. Após a realização da aula
REFLEXÃO
        O trabalho foi muito produtivo, pois todos os alunos interagiram com muito interesse e dedicação a todas as atividades lúdicas propostas pelas pibidianas.

 

 

I. Plano de Aula:14/05/15

II. Dados de Identificação:

Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha

Professor (a): Neiva

Supervisora do Pibid: Graciela Ramos

Pibidiana (a): Vanilda dos Santos e Iria Elizete

Ano: 2015

Turma: 5º Ano

Período: 14horas as 15horas 30min

 

III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias

 

Tema: ‘’Brincando com as formas geométricas e as cores’’

 

IV. Objetivos:

Objetivo geral:

Reconhecer a existência de formas e cores que estão presentes em todos os ambientes em que vive ampliando, assim, seu conhecimento sobre as formas geométricas.

Objetivos específicos:

Apreciar as artes visuais

Possibilitar a integração com pessoas e ambiente

Valorizar e reconhecer as cores e formas geométricas

 

V. Conteúdo:

Linguagem oral e escrita, formas geométricas e quantidades.

 

VI. Desenvolvimento do tema:

1º Momento: Dialogo sobre o que são formas geométricas e onde podemos encontra-las? Escrever na lousa a fala de cada aluno. Pedir para que copiem no caderno.

2º Momento: Vídeo sobre as formas geométricas.

Hora do lanche

3º Momento: A turma será dividida em 3 grupos. Em cada grupo, trabalharão com um tipo de material concreto. Farei o sorteio dos grupos e os tipos materiais para cada grupo.

 Construir as formas geométricas em cada grupo terá as duplas, cada dupla irá escolher ‘’uma’’ forma ou imagem geométrica para construir’’.. Utilizarão material concreto.

4º Momento: Exposição dos trabalhos

 

VII. Recursos didáticos: Quadro de giz, giz, computador, caneta, tesoura, cola, cola quente, palitos de churrasco, canudos coloridos, palitos de picolé, massa de modelar, cordão, canetão e EVA colorido.

 

VIII. Avaliação:

A avaliação será realizada, através de um pequeno seminário sobre o que aprenderam nas atividades propostas e também serão avaliados através das observações das Pibidianas no interesse e integração de cada educando.

 

Reflexão:

A turma adorou as atividades, todos fizeram com atenção, entusiasmo e dedicação, trabalharam muito bem em grupo. Tiramos fotos e expomos para todas as turma visualizarem.

 

 

http://uergspedagogiaalegrete.pbworks.com/w/file/fetch/98073379/VANILDA%202.jpg

 

http://uergspedagogiaalegrete.pbworks.com/w/file/fetch/98073374/VANILDA%201.jpg

 

http://uergspedagogiaalegrete.pbworks.com/w/file/fetch/98073389/VANILDA%203.jpg

 

 

I. Plano de Aula: 30/04/15

 

II. Dados de Identificação:

Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha

Professor (a): Neiva

Supervisora do Pibid: Graciela Ramos

Pibidiana (a): Vanilda dos Santos e Iria Elizete

Ano: 2015

Turma: 5º Ano

Período: 14horas as 15horas 30min

 

III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias

 

Tema: ‘’Gincana’’ pesquisando e aprendendo com o dicionário

 

IV. Objetivos:

Objetivo geral:

Proporcionar ás crianças o gosto pela pesquisa

Objetivos específicos:

Incentivar a busca de métodos para gostar de histórias

Organizar suas ideias e construir uma história coletiva

 

V. Conteúdo:

Linguagem verbal e escrita, raciocínio lógico, atenção e noção de tempo.

 

VI. Desenvolvimento do tema:

1º Momento: Perguntar para cada aluno palavras que acham difícil de escrever

Logo perguntar para a turma como será que se escreve a palavra e escreve-la no quadro com tamanho que todos possam visualizar. Colocar as palavras enumeradas.

2º Momento: Vocês conhecem dicionário? Qual é a finalidade dele? Pra que serve? Partindo destas pergunta, inicia-se a ‘’Gincana’’.

Sentados em duplas e trios com dicionário na lousa. A turma será dividida em 3 grupos. A, B e C. Cada grupo escolherá o nome do seu grupo.

3º Momento: Vamos Procurar a palavra do número: 2+2= 4 (os educandos procurarão a palavra do numero quatro que estará escrita no quadro). O grupo que achar primeiro terá que chamar a professora para ver se está certa a palavra.

Ganha ponto o grupo que achar e acertar a palavra.

4 º Momento: Soletrando: Um líder de cada grupo irá na frete e dirá uma palavra escolhida por ele no dicionário, o aluno ‘’líder irá escolher um colega para soletrar’’ se este não acertar passa a vez para alguém do outro grupo escolhido pela professora...Logo escreverei a palavra na lousa.

 

VII. Recursos didáticos: Lápis, borracha, folha A4 colorida, giz de quadro.

 

VIII. Avaliação:

A avaliação será realizada, através de um pequeno seminário sobre o que aprenderam nas atividades propostas e também serão avaliados através da observação da Pibidiana ao ver o interesse de cada criança nas atividades propostas.

 

 

 

REFLEXÃO

 

II. Dados de Identificação:

Escola: EMEB Luisa de Freitas Vale Aranha

Professor (a): Rosimery

Supervisora: Graciela Ramos

Pibidiana :Vanilda dos Santos e Iria Elizete Oliveira

Ano: 2015

Turma: 4º Ano

Período: 14h      15h 30 min

 

III.  PROJETO: Brincando, pesquisando e construindo histórias

 

 Tema: ‘’Gincana’’ pesquisando e aprendendo com o dicionário

A turma participou com entusiasmo, gostaram de realizar a pesquisa, porém alguns ainda com dificuldades na identificação e reconhecimento do significado das palavras e a escrita destas palavras quanto ao encontro de consoantes.Realizamos uma atividade do Soletrando, todos participaram com interesse e desenvoltura.

 

Plano de Intervenção Pedagógica 

 

Data: 07/10/ 2015 

 

Dados de Identificação:

Escola: IEEOA

Professor (a): Márcia Carriço de Vargas

Pibidiano (a) (as/os): Iria Elizete Oliveira e Klébio

Ano: 2015/2

Turma: 5º ano - 53

Período: tarde 13h45min às 15h15min

 

Observação:

 

 

Tema: Animais

 

 

Objetivos:

 

Objetivo geral: conhecer diversas espécies de animais, não somente o da história, mas também outros selvagens e os domésticos e nomear suas principais características

Objetivos específicos:

 

1.    Definir as principais características dos animais, comparando diferenças e semelhanças, através da observação.

2.  Distinguir animais selvagens de domésticos.

3. Diferenciar animais vertebrados de invertebrados.

4. Identificar animais úteis e nocivos.

5. Distinguir diferentes formas e tamanhos de animais, lembrando seus nomes e sons emitidos pelos animais

6. Conhecer as diversidades existentes entre os animais como: locais onde vivem habitat, alimentação, hábitos e outras peculiaridades relativas a cada espécie.

 Conteúdos: português, ciências, recreação

Desenvolvimento do tema:

 

1º Momento: Contação de História

A Galinha que criava um ratinho (Ana Maria Machado)

 Lá em cima do morro tem uma casinha branca tão pequenina que não dá para ver daqui. Nessa tal casa, há muito tempo, morava um galo e uma galinha. Eles não tinham pintinhos e, como queriam ter filhos, adotaram um ratinho. Cuidavam dele com todo carinho e dengo: davam comida, beijo de bico e abraço de asa. Um dia, depois do almoço, a galinha foi lavar louça no rio. Antes de sair recomendou: — Não abram a porta sem saber quem é. A raposa anda pelas redondezas... Daí a pouco bateram na porta: PAM! PAM! PAM! O galo tinha comido muito no almoço: caldo de canjica, bife de minhoca e bolo de milho. Depois, sentou na cadeira de balanço, pôs os óculos e ficou lendo jornal. Foi ficando com tanta moleza, que quando ouviu as batidas nem lembrou do que a galinha tinha dito e mandou: — Abre ali, meu filho. O ratinho que era muito rápido, num instante abriu. E a raposa — porque era ela, como você já adivinhou — ainda mais rápida, num instantinho menor ainda, viu que aquele ratinho não interessava, que ela só gostava de comer bicho de pena. Mas num instantinho, deu um pulo e comeu o galo inteirinho, de uma bocada só. E foi embora. O ratinho saiu correndo, entrou por um atalho e logo encontrou a galinha que já vinha voltando. — Mãe, você, que dá jeito em tudo, vai ter que dar jeito numa coisa terrível... Contou logo o que tinha acontecido. Pode ser que, se pudesse, a galinha tivesse chorado e arrancado as penas. Mas não dava tempo para fricote. Por isso ela falou: — Vá em casa correndo, pegue a minha cestinha de costura. Depressa! O ratinho foi. Aí, a galinha escondeu atrás de uma árvore, com o filho. Esperou a raposa. A raposa chegou se recostou na árvore e foi tirar uma soneca. Num minuto estava roncando. A galinha aproveitou, abriu a cesta de costura, tirou a tesoura, cortou a barriga da raposa e tirou o galo lá de dentro. E o galo ficou resmungando: — Quem foi que apagou a luz de repente? Nem deu tempo de explicar que ninguém tinha apagado luz nenhuma, era só escuridão de dentro da barriga da raposa. Agora todos tinham que ajudar. A galinha dava as ordens: — Ponham aquela pedra na barriga dela! Eles puseram. A galinha foi costurando. Bem a tempo, porque a raposa já estava espreguiçando, com jeito de acordar. Os três correram e se esconderam. — Que sede! — reclamou a raposa. — Acho que aquele galo estava muito velho, está pesando muito meu estômago... Vou beber água. Foi até o rio. A pedra pesava muito, foi afundando, e a correnteza foi levando a raposa, levando, levando... até chegar no mar. A galinha, o galo e o ratinho voltaram para casa e viveram felizes para sempre. Texto adaptado.

 

2º Momento: Confecção de cartaz

 Atividade de pesquisa com revistas para serem recortadas e coladas figuras de animais domésticos e selvagens sendo escrito abaixo de cada figura suas principais características, em duas folhas distintas.

3º Momento: recreação

 A pibidiana arruma a turma em círculo e combina com os alunos que irá passar uma bola, ao som de uma música. Quando tirar o som da música, o aluno que estiver com a bola, não pode passá-la adiante. A pibidiana mostrará a figura de um animal e esse aluno deverá dizer tudo que sabe sobre ele.

 

Avaliação: Será um processo contínuo à realidade cotidiana da sala de aula. Portanto, durante todo o período os alunos serão avaliados mediante a observação constante do professor.

 

 

Reflexão:

 

Apesar do tempo chuvoso com somente dois alunos em sala de aula o trabalho se desenvolveu em um altíssimo nível  de aprendizado pois a medida que íamos recortando as figuras para a confecção dos painéis com um fundo musical tranqüilo; íamos adquirindo novos conhecimentos sobre os animais que não estavam previstos no plano de aula, já que os livros que utilizamos para o recorte das gravuras eram de ciências, com isso adquirimos um aprendizado maior do que o previsto e esse aprendizado foi utilizado também em nosso trabalho de recreação que veio apos ao de  colagem dos painéis( características dos animais).

Plano de Intervenção Pedagógica

 

Data: 25/11/2015

 

Dados de Identificação:

Escola: Instituto Estadual de Educação Oswaldo Aranha

Professor (a): Marcia Corriço

Pibidiano (a) (as/os):  Iria Elizete Oliveira e Klébio Mendonça

Ano: 2015/2

Turma:  53

Período: Tarde (13h45min às 15 h e 30 min)

 

Observação:

 

Tema: Trabalhando com valores

 

Objetivos:

 

Objetivo geral:

Expressar-se e comunicar-se em artes mantendo uma atividade de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a reflexão e sensibilidade de realizar produções artísticas. 

 

Objetivos específicos:

Trabalhar o processo de leitura e escrita do grupo

Reflexão sobre a fábula e o texto para observar e discutir as relações de valores citadas e outras que surgirem

Reafirmar a importância dos bons sentimentos

Observar a importância dos valores   que estamos construindo

Conteúdo:

Língua Portuguesa, Educação Artística, Ciências Naturais, Geografia

 

Desenvolvimento do tema:

1º Momento:

Apresentação em slaids da Fábula da Convivência e discussão relacionando com a nossa vida

 

 

2º Momento:

Leitura do texto xerocado¨ A difícil arte de conviver ¨ e discussão oral entre o grupo das relações entre os dois textos

 

 

 

A Difícil Arte de Conviver

 

A palavra conviver originou-se do Latim conviver e v. int., ter convivência, convívio, relações (íntimas ou sociais), familiaridade com; viver em comum.

 “Ninguém sabe tudo nos aprendemos uns com os outros ” Paulo Freire

O ser humano só sobrevive, existe ou subsiste em função da inter-relação com o outro. A própria criação humana depende da inter-relação de outros dois seres humanos.

 Desde o nascimento o homem participa de diferentes grupos. O primeiro grupo em que o homem participa é a família. A família é um grupo natural, existe em todas as culturas, convivendo no grupo familiar, o homem, ainda bebê, interage com os pais, avós, tios e constrói sua identidade individual.

Ao passo que vai crescendo vai para creches, escolas, vai participando de outros tipos de grupos, formando a identidade social. Quando adulto, o homem forma novos grupos sociais, no trabalho, em associações e constitui uma nova família. Enfim as pessoas estão sempre vivendo em grupos.

Existem vários tipos de grupos. Podem ser chamados de grupos a união de pessoas diferentes em busca de um mesmo objetivo. Na escola, somos um grupo, pois somos pessoas que embora diferentes, temos um mesmo objetivo, que é o de aprender.

Como somos diferentes, temos costumes, hábitos, culturas diferentes. Às vezes é preciso estabelecer regras para que todos possamos viver bem.

Regra é um conjunto de coordenadas de funcionamento de um determinado sistema para fins de organização, para manter a ordem do mesmo.

Vantagens do trabalho em grupo.

  Obtém melhores resultados do que se os membros do grupo atuassem individualmente. Os membros do grupo identificam com facilidade falhas no raciocínio.  Juntos, podem buscar idéias, informações e referências para auxiliar na resolução dos problemas.

Durante o trabalho em grupo as pessoas constroem um entendimento comum e compartilham idéias, discutem, negociam e tomam decisões. Essa interação auxilia no desenvolvimento integral do ser humano (pessoal, social e profissional).

 Uma crescente parte do trabalho das empresas e instituições não é mais realizada individualmente, com uma pessoa trabalhando sozinha até completar as tarefas. O trabalho é cada vez mais realizado colaborativamente.

Dillenbourg, 1999: “Aprendizado colaborativo é uma situação em que duas ou mais pessoas aprendem ou tentam aprender algo juntas”.

 Fatores que atrapalham a convivência em grupo Discriminação: É crime o ato discriminatório, segundo as Leis nºs 7.853/89 (pessoa portadora de deficiência), 9.029/95 (origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, idade e sexo) e 7.716/89 (raça ou cor).

Discriminar significa fazer uma distinção. Todos somos iguais, seres humanos. E, por isso, temos direitos iguais na sociedade. A discriminação pode se dar por sexo, idade, cor, estado civil, ou por ser a pessoa, portadora de algum tipo de deficiência, por doença, orientação sexual, aparência, e por uma série de outros motivos.

Aparência não é tudo em uma pessoa. E, antes de qualquer julgamento pessoal devemos conhecer o que a pessoa tem de melhor. Todos nós temos defeitos e qualidades. Em grupo dividimos funções na qual um supera o defeito do outro e qualifica o trabalho geral, cooperando mutuamente.

Por que existe a discriminação? Modelos de beleza Valorização material Desvalorização dos sentimentos Desumanização Falta de solidariedade (colocar-se no lugar do outro)

Egoísmo é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos, necessidades em primeiro lugar ignorando o ambiente e as demais pessoas com que se relaciona. Prepotência, a falta de humildade e a crença de que somos superiores, nos impedem de dar valor ao que os outros tem a nos comunicar.

A Paz é uma cultura baseada na tolerância e no respeito aos demais. Discriminar é negar uma sociedade justa, onde todos temos direitos e deveres! Devemos olhar para o nosso próximo com um novo olhar, sem condenação, compreendendo e respeitando as diferenças. O mundo seria melhor se todos convivessem   em um grande grupo de mútua cooperação!

3º Momento:

      Confecção de um barquinho com papel dobradura com a inscrição de uma palavra que contenha um significado importante para cada um e que possua um significado bom. 

 

4º Momento:

      Confecção de um painel com o título “Devemos olhar para o nosso próximo com um novo olhar, sem condenação, compreendendo e respeitando as diferenças. Somente assim o mundo seria melhor se todos convivessem   em um grande grupo de mútua cooperação” e após para finalizar o trabalho, a colagem dos barquinhos confeccionados

 

Avaliação:

A avaliação será feita durante as atividades através do estímulo, da orientação e o próprio desafio imposto ao grupo.

Reflexão:

Bibliografia:

http://pt.slideshare.net/1950/fabula-da-convivencia

http://pt.slideshare.net/lucianaraspa/a-difcil-arte-de-conviver?next_slideshow=1

http://pt.slideshare.net/gleidebaceti/exemplos-de-plano-de-aula

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